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Startup alemã abre fábrica que transforma resíduos vegetais em plásticos
Unidade da Traceless Materials, em Hamburgo, transforma resíduos vegetais gerados como subproduto do fabrico industrial de cereais em material natural inovador para substituir o plástico, subsidiada em cerca de 5 milhões de euros pelo Governo.
13 Mai 2026 - 16:58
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Foto: website Traceless Materials
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Foto: website Traceless Materials
A empresa startup alemã Traceless Materials inaugurou nesta quarta-feira uma unidade industrial em Hamburgo, no norte do país, para transformar resíduos vegetais gerados como subproduto do fabrico industrial de cereais num material natural inovador que vai substituir o plástico.
Através de um processo com patente pendente, os polímeros naturais são extraídos e transformados num granulado biodegradável, com propriedades equivalentes às do plástico, que pode ser transformado em diversos produtos finais.
O processo da unidade da Traceless Materials, segundo informação da empresa citada pela EFE, é mais ecológico do que as tecnologias convencionais de fabrico de plásticos ou bioplásticos devido à utilização de matérias-primas e energia renováveis, à poupança de água e à ausência de produtos químicos potencialmente poluentes.
O Ministério Federal do Ambiente alemão subsidiou o projeto com aproximadamente cinco milhões de euros do Programa de Inovação Ambiental.
“Precisamos de ideias como esta para uma proteção climática e ambiental eficaz. Um biomaterial inovador, livre de petróleo, à base de resíduos e totalmente biodegradável resolve vários problemas em simultâneo. Pode substituir o plástico convencional e poupar emissões de CO2 e água”, afirmou o ministro alemão do Ambiente, Carsten Schneider.
A nova fábrica, que deverá produzir milhares de toneladas deste material anualmente, é “uma das muitas histórias de sucesso ‘Made in Germany’ que, graças às tecnologias ambientais, trazem inovação e um novo impulso económico”, declarou o ministro. Além disso, “esta tecnologia ajuda a combater a contaminação por plásticos, protege o meio ambiente e torna-nos mais independentes das importações de combustíveis fósseis”, acrescentou.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
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