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EasyJet equipa aviões com ‘sharklets’ que permitem poupar toneladas de combustível por ano

Os ’sharklets’ são dispositivos que ao serem integrados nas asas dos aviões conseguem reduzir o consumo de combustível, minimizando a resistência induzida pela sustentação em até 4%.

13 Mai 2026 - 12:02

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A EasyJet prevê concluir no próximo verão a adaptação de todas as suas aeronaves Airbus A320ceo remanescentes com ’sharklets’, dispositivos que ao serem integrados nas asas conseguem reduzir o consumo de combustível, aumentando a envergadura efetiva das asas e minimizando a resistência induzida pela sustentação em até 4%.

Segundo explica a empresa de aviação numa nota enviadas às redações, a atualização destas aeronaves restantes irá garantir uma poupança de combustível combinada adicional de 2.156 toneladas em toda a frota da EasyJet, uma redução equivalente de quase 7.000 toneladas de CO₂ por ano. Por aeronave, isto representa uma poupança de 308 toneladas de combustível e 970 toneladas de emissões de carbono por ano.

Estes dispositivos vão substituir as cercas de asa originais da aeronave e aumentar a autonomia de voo em até 100 milhas náuticas. Após a instalação dos ‘sharklets’, a aeronave pode também acomodar mais seis lugares.

As aeronaves atualizadas, num processo que arrancou em outubro de 2025, estão atualmente a operar a partir das bases mais relevantes em toda a rede da EasyJet, incluindo Londres Gatwick, Lisboa, Berlim e Milão Malpensa, refere a companhia.

“A adaptação das nossas aeronaves A320ceo com sharklets é mais um pequeno, mas importante passo na nossa missão de operar da forma mais eficiente possível. Estas atualizações proporcionam reduções imediatas no consumo de combustível e nas emissões de carbono, e fazem parte das muitas soluções inovadoras que estamos a desenvolver para melhorar a nossa eficiência e reduzir o nosso impacto”, sublinha David Morgan, diretor de Operações da EasyJet.

Reconhecendo que ainda tem um longo percurso na descarbonização, a empresa diz que mantém o seu “ambicioso objetivo” de reduzir em 35% as emissões de carbono até 2035.

 

 

 

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