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UE aumentou importações e exportações de turbinas eólicas em 2025
Enquanto o valor das importações de turbinas eólicas aumentou 40,6%, o valor das importações de painéis solares diminuiu 27,7% face a 2024, para oito mil milhões de euros, segundo novos dados do Eurostat. A China é o maior exportador de ambos.
21 Out 2026 - 17:20
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Foto Adobe StockJosé Juan Noguerón
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Foto Adobe StockJosé Juan Noguerón
Em 2025, a União Europeia (UE) importou painéis solares, biocombustíveis e turbinas eólicas no valor de 11,4 mil milhões de euros e exportou 4,6 mil milhões de euros, segundo novos dados do Eurostat, publicados nesta quarta-feira.
As importações de turbinas eólicas aumentaram 40,6% em valor, para 700 milhões de euros, enquanto o volume importado cresceu 69%. Simultaneamente, as turbinas eólicas foram o grupo de produtos com maior valor de exportação, comparadamente com os painéis solares e os biocombustíveis, atingindo 3,1 mil milhões de euros. Em comparação com o ano anterior, o valor das exportações aumentou 10,8% e o volume cresceu 9,5%.
Por outro lado, o valor das importações de painéis solares diminuiu 27,7% face a 2024, para oito mil milhões de euros. O volume importado também recuou, embora de forma menos acentuada, com uma descida de 4%, o que segundo o Eurostat, sugere uma redução do preço médio dos painéis solares importados.
No que diz respeito às exportações, a UE vendeu painéis solares ao exterior no valor de 500 milhões de euros. Apesar de o volume exportado ter aumentado 2,6%, o valor das exportações diminuiu 23,6%.
Relativamente aos biocombustíveis, as importações representaram 2,7 mil milhões de euros, menos 7,9% do que no ano anterior, enquanto as exportações de biocombustíveis totalizaram mil milhões de euros, após uma quebra de 45,9% em valor e de 46,2% em volume, face a 2024.
China é o maior fornecedor de painéis solares e turbinas eólicas
Em 2025, a China foi o principal fornecedor de painéis solares à UE, representando 98,6% do total das importações deste produto.
No mercado das turbinas eólicas, a China também assumiu a liderança, representando 59,6% das importações da UE, seguida da Índia, com 22,2%.
Já no caso dos biocombustíveis líquidos, a Malásia liderou as importações da UE, com uma quota de 21,9%, seguida dos Estados Unidos (16,1%), da Argentina (12,4%) e do Reino Unido (12,3%).
Enquanto isso, a quota da China nas importações de biocombustíveis da UE caiu de 24,2%, em 2024, para apenas 1,3%, em 2025. Em sentido contrário, as quotas da Malásia e dos Estados Unidos aumentaram de 15,3% e 8,4%, respetivamente, em 2024, para 21,9% e 16,1%, em 2025.
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