2 min leitura
Von der Leyen diz que UE está solidária e pronta para prestar apoio a Portugal face a tempestades
Presidente da Comissão diz que executivo comunitário está “pronto para prestar apoio com os meios disponíveis, nomeadamente redirecionando os fundos de coesão para apoiar a recuperação e reconstruir o que foi danificado”.
06 Fev 2026 - 18:00
2 min leitura
Luís Montenegro, Maria da Graça Carvalho e Ursula von der Leyen | Foto: André Crispim / Portal do Governo
- AEE chega a Portugal para ligar especialistas nacionais a rede global presente em 144 países
- Que energia queremos para 2030?
- Ministra do Ambiente desvaloriza acusações da CAP relativamente ao PNRN: “Acho muito estranha esta posição”
- LIPOR distingue 98 entidades por práticas sustentáveis no programa Coração Verde
- APREN defende renováveis como “única forma viável” de produção de eletricidade em Portugal
- Projetos portugueses apresentam soluções para descontaminar solos e águas residuais
Luís Montenegro, Maria da Graça Carvalho e Ursula von der Leyen | Foto: André Crispim / Portal do Governo
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou, nesta sexta-feira, que a Europa está com Portugal, na sequência das tempestades e inundações que assolam a Península Ibérica, lembrando os meios europeus disponíveis para a recuperação.
“À medida que tempestades e inundações continuam a atingir Portugal e Espanha, deixando um rasto de perdas e destruição, os nossos pensamentos estão com todas as pessoas afetadas. A Europa manifesta a sua solidariedade para com os nossos Estados-membros e as suas comunidades neste momento difícil”, escreveu a líder do executivo comunitário numa publicação na rede social X.
De acordo com a responsável, o executivo comunitário está “pronto para prestar apoio com os meios disponíveis, nomeadamente redirecionando os fundos de coesão para apoiar a recuperação e reconstruir o que foi danificado”.
“A Europa está convosco”, concluiu Ursula von der Leyen.
Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
- AEE chega a Portugal para ligar especialistas nacionais a rede global presente em 144 países
- Que energia queremos para 2030?
- Ministra do Ambiente desvaloriza acusações da CAP relativamente ao PNRN: “Acho muito estranha esta posição”
- LIPOR distingue 98 entidades por práticas sustentáveis no programa Coração Verde
- APREN defende renováveis como “única forma viável” de produção de eletricidade em Portugal
- Projetos portugueses apresentam soluções para descontaminar solos e águas residuais