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Acionistas da Galp aprovam redução de capital em até 9% e dividendos de 477 ME

Proposta prevê também que, por 18 meses, a administração receba os poderes necessários para proceder à fixação do número de ações a extinguir e praticar todos os atos necessários à redução do capital.

08 Mai 2026 - 16:35

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Foto: LinkedIn da Galp

Foto: LinkedIn da Galp

Os acionistas da Galp aprovaram nesta sexta-feira, em assembleia-geral, a redução de capital da empresa, em até 9%, bem como a distribuição de 477 milhões de euros em dividendos, segundo um comunicado ao mercado.

Na nota, publicada na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), os detentores de títulos da petrolífera aprovaram uma proposta que prevê “a redução do capital social da sociedade até 9% de ações representativas do capital social, por extinção de ações próprias”.

Esta proposta prevê também que, por 18 meses, a administração receba os poderes necessários para proceder à fixação do número de ações a extinguir e praticar todos os atos necessários à redução do capital, incluindo a alteração dos estatutos. Por outro lado, tem em conta a necessidade de o Conselho de Administração dispor da “necessária latitude” para a definição e implementação dos programas de recompra de ações. “A adequada execução do programa de recompra exige que a redução do capital social se encontre já deliberada”, precisou.

Foi ainda aprovado o relatório e contas da empresa e a proposta de aplicação dos resultados de 2025. Esta proposta prevê o pagamento de um dividendo de 0,33 euros por ação em circulação.

Este, em conjunto com o valor de 0,31 euros por ação já pago a título de adiantamento de lucros, eleva o dividendo a 0,64 euros por título. O valor total estimado das distribuições é de 477.357.702,33 euros. Já o restante valor deverá ser transferido para resultados acumulados.

Foi avaliada a administração, Conselho Fiscal e do Revisor Oficial de Contas da Galp. Os acionistas aprovaram ainda uma autorização para que a administração possa comprar e vender ações e obrigações próprias e a alteração dos estatutos da empresa.

 

Agência Lusa

Editado por Jornal PT Green

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