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Almada e Seixal vão assinar acordo para resolver problema no abastecimento de água

O acordo entre os dois concelhos do distrito de Setúbal deverá ser assinado no início de outubro.

23 Set 2026 - 15:16

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Foto Freepik

Hands cupped to catch a thin stream of water from an outdoor brass faucet.

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Os municípios de Almada e do Seixal vão assinar um acordo para o licenciamento de um furo de captação de água, visando a resolução a curto prazo do problema de abastecimento do concelho de Almada.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira pela ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho.

O acordo entre os dois concelhos do distrito de Setúbal deverá ser assinado no início de outubro.

Segundo a ministra, o furo, denominado CBR2, está localizado no concelho do Seixal, como a maioria dos furos que abastecem Almada, que esteve em situação de alerta desde o início de julho e até final de agosto devido a sucessivas falhas no abastecimento de água, com especial incidência na Costa da Caparica.

“É muito importante porque precisamos, de uma forma harmoniosa e de acordo com todos, licenciar o furo CBR2, o famoso furo que vai resolver, para já, em curto prazo, e que está localizado no Seixal”, disse Maria da Graça Carvalho.

A ministra falava durante a assinatura de um acordo entre Almada e a EPAL para estudar uma solução que reforce a resiliência e a segurança do sistema de abastecimento de água do concelho.

A governante explicou que o acordo entre os dois concelhos é uma das soluções para o problema no abastecimento de água em Almada, e a mais imediata, estando ainda a ser estudas duas outras medidas para o concelho, uma delas no âmbito do acordo hoje assinado com a EPAL.

Na sua intervenção Maria da Graça Carvalho frisou que a água é um bem público que não conhece limites administrativos, uma ideia também anteriormente referida pela presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros.

Sobre as outras estratégias para tornar Almada e toda a Península de Setúbal mais resiliente em matéria de abastecimento de água, a ministra explicou que a solução a ser agora estudada com a EPAL será através da distribuição de superfície com uma ligação entre Lisboa e Almada, através de condutas, a partir de uma zona junto à Ponte 25 de Abril.

Além desta solução, está em estudo, com prazo de quatro meses para apresentação de um projeto, uma outra, a partir da Barragem de Castelo de Bode, a cargo da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e do Grupo ÁdP (Águas de Portugal).

Agência Lusa

Editado por Jornal PT Green

 

 

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