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Área ardida este ano é quatro vezes inferior à de 2025

Mesmo com a diminuição da área ardida, Luís Montenegro alerta para o "elevado risco" de incêndio que ainda se verifica no país. O Primeiro-Ministro alerta também para o aumento das ignições noturnas e para a ocorrência de ignições simultâneas.

18 Ago 2026 - 15:19

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Foto: Unsplash

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O Primeiro-Ministro afirmou, nesta terça-feira, que a área ardida em 2026, até ao momento, é quatro vezes inferior à do ano passado. Ainda assim, Luís Montenegro alerta para o “elevado risco” de incêndio que ainda se verifica no país.

Segundo o Primeiro-Ministro, Portugal continua perante “semanas de elevada complexidade” e não pode existir “nenhum nível de facilidade” relativamente ao risco, principalmente num contexto de temperaturas elevadas. 

Após uma reunião de ponto de situação sobre os incêndios, na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, em Oeiras, o Primeiro-Ministro destacou ainda a resposta das forças no terreno.

Além disso, sublinhou que o dispositivo de combate aos incêndios é “o maior de sempre”, afirmando que “todas as forças estão preparadas para responder às necessidades no terreno” e salientando a importância da prevenção e da capacidade de resposta “perante um fenómeno que tem afetado vários países europeus”.

Luís Montenegro afirmou ainda que tem feito um “acompanhamento permanente” da situação dos incêndios, em articulação com o Ministro da Administração Interna e o Secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha.

O Primeiro-Ministro alerta também para o aumento das ignições noturnas e para a ocorrência de ignições simultâneas e próximas, além dos comportamentos negligentes associados ao uso do fogo. 

Luís Montenegro deixou ainda um reconhecimento público aos bombeiros, agentes de Proteção Civil, forças e serviços de segurança, Força Aérea e Forças Armadas. 

Além disso, destaca a solidariedade europeia e o contributo de Portugal no apoio a outros Estados-Membros afetados pelos incêndios.

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