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EUA dizem produzir tanto gás como China, Rússia e Irão juntos

Departamento de Energia norte-americano enaltece estratégia de Donald Trump, denominada “Grande Regresso Energético Americano”, e afirma que país lidera na produção mundial de petróleo e gás natural.

18 Ago 2026 - 14:01

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Secretário da Energia dos EUA | Foto: Instagram

Secretário da Energia dos EUA | Foto: Instagram

O Departamento de Energia (DoE) dos EUA afirma que o país está a registar níveis recorde de produção de petróleo e gás natural, produzindo tanto gás como a China, a Rússia e o Irão juntos e atingindo níveis recorde na produção de petróleo.

Numa comunicação divulgada nesta segunda-feira, o DoE enaltece a estratégia energética da Administração de Donald Trump, que designa como “Grande Regresso Energético Americano”, defendendo que esta está a reforçar o domínio energético do país.

A comunicação surge numa altura em que a guerra entre os EUA e o Irão está a provocar fortes perturbações nos mercados energéticos, estando a crise também a fazer-se sentir nos EUA, com os consumidores a enfrentar preços mais elevados dos combustíveis e subida de preços na generalidade.

Ainda assim, o DoE enaltece os feitos produtivos do país, destacando que os EUA atingiram em 2025 uma produção recorde de 13,6 milhões de barris de petróleo por dia. Atualmente, o país produz cerca de 24 milhões de barris por dia de petróleo e outros combustíveis líquidos.

De acordo com o DoE, os Estados Unidos lideram também na a produção mundial de GNL, prevendo que as exportações deverão quase duplicar até ao final da década.

Para 2026, o DoE prevê uma produção de 122,5 mil milhões de pés cúbicos por dia, acima do anterior recorde de 118,5 mil milhões de pés cúbicos por dia, registado em 2025.

A Administração Trump atribui parte deste aumento à sua política de reforço da produção e das exportações de energia.  Recorde-se que, no primeiro dia do mandato, Trump determinou ao Departamento de Energia que terminasse a suspensão das exportações de gás natural liquefeito (GNL) introduzida pela Administração Biden.

O Departamento de Energia sustenta ainda que os EUA continuam a ter alguns dos preços da energia mais baixos do mundo, apontando os preços do gás natural e da gasolina como exemplos.

 

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