2 min leitura
CDS-PP propõe medidas para proteção e revitalização do montado
O projeto de resolução entregue pelo CDS à Assembleia da República recomenda ao Governo a criação um programa de revitalização do montado e que incentive o investimento na investigação e na inovação tecnológica.
16 Jul 2026 - 15:21
2 min leitura
Foto Magnific
- PROEF Portugal estabelece contrato com ENDE-EP para eletrificação rural em Angola
- Bolt considera que fim das trotinetes reduz opções de mobilidade económicas e sustentáveis em Lisboa
- Mercado Voluntário de Carbono abre portas ao financiamento do restauro de pradarias marinhas
- João de Mello reeleito para o Cefic com foco na sustentabilidade da indústria química
- Governo extingue Centro de Formação para a Transição Energética e transfere competências para o CINEL
- Setor eletrodigital quer incentivos fiscais para transições verde e digital em 2027
Foto Magnific
O Grupo Parlamentar do CDS-PP quer que o Governo adote medidas que protejam o montado e travem o seu declínio, em especial no sul do país, de forma a promover a biodiversidade, o pagamento dos serviços de ecossistemas e o efeito sumidouro de carbono.
O projeto de resolução entregue pelo CDS à Assembleia da República nesta quarta-feira recomenda ainda que o Governo crie um programa de revitalização do montado e que incentive o investimento em investigação e inovação tecnológica associada ao sistema agroflorestal do montado português.
“O montado português está em declínio. Tem perdido cerca de 8 mil hectares ao ano e as associações de agricultores do Alentejo têm vindo a alertar para a possibilidade de passar a 12 mil hectares nos próximos anos”, lê-se no projeto de resolução.
De acordo com o GP do CDS, a floresta do sul de Portugal, em especial no Alentejo, parte do Ribatejo e Algarve é constituída maioritariamente por montado e ocupa um terço do território nacional, enquanto alberga 72% dos sobreiros e 92% das azinheiras do país.
“O montado de sobro e de azinho presta um incalculável serviço ao ambiente através da fixação de carbono, sendo que o fator económico e social não é despiciendo”, defende o partido.
Além disso, o CDS relembra que a cortiça, só por si, contribui anualmente com 600 milhões de euros para o saldo da balança de pagamentos de Portugal, em conjugação com o impacto nas exportações de outras atividades que também dependem do montado, como a produção de porco alentejano.
- PROEF Portugal estabelece contrato com ENDE-EP para eletrificação rural em Angola
- Bolt considera que fim das trotinetes reduz opções de mobilidade económicas e sustentáveis em Lisboa
- Mercado Voluntário de Carbono abre portas ao financiamento do restauro de pradarias marinhas
- João de Mello reeleito para o Cefic com foco na sustentabilidade da indústria química
- Governo extingue Centro de Formação para a Transição Energética e transfere competências para o CINEL
- Setor eletrodigital quer incentivos fiscais para transições verde e digital em 2027