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Faltam 500 mil milhões por ano para a transição energética na UE

Produtores de eletricidade alertam para défice de investimento e pedem medidas para reduzir riscos, mobilizar capital privado e acelerar energia limpa.

14 Abr 2026 - 14:17

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Foto: Adobe Stock

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A associação europeia de produtores de eletricidade, Eurelectric, insistiu nesta terça-feira que é necessário mais investimento para uma transição para uma economia limpa na União Europeia (UE), estimando que faltam 500 mil milhões de euros todos os anos para atingir os objetivos.

“A transição da Europa para uma energia limpa está em risco de ficar para trás devido à falta de investimento. As necessidades de investimento para energia limpa na Europa são estimadas entre 800 milhões de euros e 1,2 biliões de euros por ano, dependendo do objetivo e calendário”, refere um comunicado da Eurelectric.

“Ainda assim, faltam até 500 mil milhões de euros em investimento anual para alcançar os objetivos climáticos e de eletrificação da UE”, acrescentam.

A associação patronal aponta que as empresas, investidores e instituições financeiras têm diminuído o avanço dos investimentos devido à perceção de risco.

Nesse sentido, propõe uma agenda com dez pontos para reduzir riscos, facilitar o investimento e desbloquear capital privado.

A Eurelectric acrescenta que não basta aumentar o financiamento público, mas sim garantir um ambiente de investimento estável.

Entre as principais propostas, a Eurelectric pede um reforço do papel do Banco Europeu de Investimento (BEI) através de mais garantias, empréstimos e instrumentos financeiros, e a facilitação da implementação de contratos de compra e venda de energia limpa de longo prazo (PPA, na sigla inglesa) para reduzir a incerteza sobre os preços.

A associação também defende um reforço das redes de distribuição, tanto pela aceleração dos processos de licenciamento, como pelo aumento do financiamento e pela promoção da digitalização e da cibersegurança.

A organização defende ainda o desenvolvimento de cadeias de abastecimento mais resilientes e do Banco da Descarbonização Industrial.

 

Agência Lusa

Editado por Jornal PT Green

 

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