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Governo lança programa de aceleração com aposta em tecnologia climática e energia limpa
A iniciativa pretende acelerar a transição de projetos de investigação e startups para o mercado. As candidaturas decorrem entre 16 de junho e 3 de julho.
16 Jun 2026 - 14:36
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Foto: Economia e Coesão Territorial/LinkedIn
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Foto: Economia e Coesão Territorial/LinkedIn
As candidaturas ao Tech Foundry Portugal – Deep Tech Edition estão abertas a partir desta terça-feira, anunciou o Ministério da Economia e Coesão Territorial. O programa nacional de aceleração vai apoiar até 40 equipas científicas e tecnológicas, com destaque para projetos nas áreas de tecnologia climática e energia limpa.
A iniciativa, desenvolvida pela Startup Portugal em parceria com a Hello Tomorrow, dirigido a equipas de universidades, centros de I&D e startups de base científica em fase inicial, pretende acelerar a transição de projetos de investigação e startups para o mercado.
Entre as áreas prioritárias do programa destacam-se a tecnologia climática e de energia limpa, biotecnologia e tecnologia de saúde, inteligência artificial, tecnologia oceânica e marinha e tecnologia para a Administração Pública, num esforço do governo para reforçar a ligação entre ciência, indústria e investimento.
“Portugal tem hoje uma base científica sólida e reconhecida internacionalmente. O desafio passa por transformar esse conhecimento em inovação com impacto económico”, afirma o ministro da Economia e da Coesão Territorial, em comunicado.
Para o ministro Castro Almeida, “o Tech Foundry Portugal é um instrumento estratégico para acelerar essa transição, aproximando ciência, indústria e capital”.
De acordo com comunicado, o programa arranca em setembro e decorre até dezembro de 2026, em formato híbrido no Porto. Os projetos selecionados terão acesso a um programa de mentoria especializada, workshops e uma rede internacional de investidores e parceiros industriais.
“Este programa foi desenhado para responder a uma falha crítica no ecossistema: a fase entre a validação tecnológica e a entrada no mercado. Ao combinar aceleração intensiva com acesso a uma rede global especializada em deep tech, estamos a criar condições concretas para que mais projetos científicos se transformem em empresas competitivas e financiáveis”, acrescenta João Rui Ferreira, secretário de estado da Economia.
Ao longo do programa de aceleração, os participantes terão apoio no desenvolvimento de de modelos de negócio, na transformação tecnológica em soluções de mercado e na preparação para captação de investimento, culminando num Demo Day com investidores e stakeholders do setor, a decorrer também no Porto.
As candidaturas decorrem entre 16 de junho e 3 de julho, e os resultados devem ser anunciados até ao final desse mês.
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