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Maria da Graça Carvalho: “Apuramento dos factos deixou claro que este apagão aconteceu em Espanha, tendo afetado Portugal”

Ministra do Ambiente e da Energia diz que não houve “nenhum desligamento dos electroprodutores portugueses” até todo o sistema colapsar, garantindo que o controlo de tensão português "correu bem".

03 Out 2025 - 18:33

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Maria Da Graça Carvalho | Foto: APREN

Maria Da Graça Carvalho | Foto: APREN

Em resposta ao relatório divulgado nesta sexta-feira sobre o apagão ibérico de 28 de abril, a ministra do Ambiente e Energia declarou que o “apuramento dos factos deixou claro que este apagão aconteceu em Espanha, tendo afetado Portugal”. Maria da Graça Carvalho explicou que não houve “nenhum desligamento dos electroprodutores portugueses” até todo o sistema colapsar, e “aí, não foi possível resistir”.

“Ficou ainda claro que o controlo de tensão português correu bem, uma vez que o comportamento registado corresponde praticamente ao que é expectável, teoricamente, nestas condições”, acrescentou durante a sua intervenção no Portugal Renewable Energy Summit 2025, evento organizado pela APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis.

A ministra assegurou que muitas das falhas sinalizadas no relatório não se aplicam a Portugal, dado que “a análise e controlo de tensão que o relatório diz não ser suficiente nos nossos vizinhos em Espanha já era feita em Portugal nas centrais solares e nas térmicas” desde 2018.

O relatório confirma ainda que as medidas anunciadas a 28 de julho pelo Governo, na sequência do apagão, “vão no sentido certo”, sublinhou Maria da Graça Carvalho.

A ENTSO-E recomenda o aumento de capacidade de arranque autónomo. A ministra garante que já estão previstas quatro centrais com esse propósito a partir de 1 de janeiro de 2026. Realça, ainda, que foram adotadas 30 medidas, com um valor compreendido entre 300 e 400 milhões de euros, destinadas a aumentar a resiliência do sistema elétrico português.

A ministra divulgou também que já foi enviado para a Assembleia da República o novo plano de desenvolvimento e investimento na rede de distribuição de eletricidade para o período de 2026 a 2030, um plano avaliado em 1581 milhões de euros, com o parecer favorável da DGEG e da ERSE.

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