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Ministra do ambiente afirma que Portugal tem de ter independência na energia e na água
Em matéria de eletricidade e energia, a ministra disse que Portugal já é muito independente no que concerne às renováveis e que agora precisa de avançar em relação aos combustíveis líquidos para os transportes.
10 Set 2026 - 19:05
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Maria da Graça Carvalho, ministra do Ambiente e Energia | Foto: LinkedIn
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Maria da Graça Carvalho, ministra do Ambiente e Energia | Foto: LinkedIn
A ministra do Ambiente e Energia afirmou nesta quinta-feira, em Lisboa, que Portugal precisa de ter independência na energia e água porque não é possível saber quando será necessário “lidar com outras forças de outros países” que vão causar problemas.
Maria da Graça Carvalho foi hoje ouvida na comissão parlamentar Eventual para a Resiliência Nacional, Prevenção de Catástrofes Naturais e Acompanhamento do PTRR – Portugal, Transformação, Recuperação e Resiliência, onde fez um balanço do impacto provocado pelo mau tempo e das respostas adotadas.
“A situação geoestratégica é complexa e nunca sabemos quando vamos ter de lidar com outras forças de outros países, que nos vão causar problemas. Quanto mais formos independentes na água e na energia melhor estamos”, assinalou a governante, em resposta aos deputados, após a segunda ronda de intervenções.
No que se refere à água, a titular da pasta do Ambiente e Energia defendeu um equilíbrio entre a que é retida e a que não o é, explicando que demasiada retenção também causa problemas, como falta de areia nas praias ou o excesso de salinização.
“É preciso ter muito cuidado com a interferência que se faz na natureza”, vincou.
Já em matéria de eletricidade e energia, a ministra disse que Portugal já é muito independente no que concerne às renováveis e que agora precisa de avançar em relação aos combustíveis líquidos para os transportes.
O objetivo, conforme apontou, passa por eletrificar o que for possível, mas também por produzir combustíveis renováveis.
“Temos de ser mais independentes porque um dia acordamos e os preços sobem por aí a cima ou então não há combustíveis”, insistiu.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
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