Subscrever Newsletter - Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa na transição verde.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa na transição verde.

Submeter

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade

2 min leitura

Portugal avança com taxas sobre lucros extraordinários de energéticas

Ministro das Finanças garante que o Governo vai apresentar uma proposta em breve ao parlamento, com base nas medidas tomadas em 2022.

05 Mai 2026 - 15:12

2 min leitura

Joaquim Miranda Sarmento | ARTV

Joaquim Miranda Sarmento | ARTV

O ministro das Finanças disse nesta terça-feira em Bruxelas que Portugal vai avançar com taxas sobre os lucros extraordinários de empresas energéticas, à semelhança do que aconteceu em 2022 na anterior crise dos preços dos combustíveis.

“Vamos pegar nas medidas tomadas em 2022, calibrá-las, melhorá-las e – a breve trecho – apresentar ao parlamento uma proposta”, disse Joaquim Mirada Sarmento, em declarações aos jornalistas, em Bruxelas.

O ministro acrescentou que a Comissão Europeia deixou a decisão nas mãos de cada Estado-membro.

O governante esclareceu que a situação atual é diferente da de 2022, também com um forte aumento dos preços dos combustíveis, mas sem a pressão inflacionista, dado que a inflação subjacente (‘core’, sem bens alimentares e energéticos), permanece nos 2,2%, 2,3%.

“Nós, há sensivelmente um mês – juntamente com outros países, maiormente Alemanha e Espanha -, apresentámos uma carta à Comissão a dizer que deveria, a nível europeu, propor uma tributação, mas se não o fizesse, que deixasse a cada Estado-membro essa decisão”, recordou Miranda Sarmento, o que foi agora aprovado.

O ministro adiantou também que os países que assinaram a carta deverão “procurarem articular respostas”, deixando a porta aberta para outros Estados-membros que queiram juntar-se à medida.

“Procuraremos ter o máximo possível de coordenação e também de aprender uns com os outros sobre potenciais medidas que possa cada um estar a preparar”, referiu.

O mais recente conflito no Médio Oriente, iniciado no final de fevereiro e envolvendo EUA, Israel e Irão, aumentou a tensão sobre os mercados energéticos, com perturbações no estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo e gás.

O bloqueio parcial daquela passagem tem contribuído para a subida dos preços da energia e para maior volatilidade nos mercados.

Agência Lusa

Editado por Jornal PT Green

 

 

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa na transição verde.

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade