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Vila Real perde serviço de trotinetes e bicicletas elétricas em setembro
A decisão de deixar de operar na cidade a partir do mês de setembro veio por parte da empresa Bolt, que era responsável por assegurar a componente operacional do serviço, nomeadamente a recarga das baterias e a manutenção dos equipamentos.
27 Ago 2026 - 13:36
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Foto: Bolt
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Foto: Bolt
O serviço de trotinetes e bicicletas elétricas da Bolt termina em setembro, em Vila Real, por decisão da empresa, que deixou de dispor de um operador que assegure a manutenção e relocalização dos equipamentos, informou nesta quinta-feira a câmara.
O serviço de trotinetes elétricas partilhadas foi introduzido em 2023 e, um ano depois, a cidade passou a dispor também de bicicletas elétricas partilhadas, numa iniciativa que envolveu o município de Vila Real e a empresa Bolt.
Hoje, em comunicado, a câmara informou que o serviço vai terminar em setembro, uma decisão da empresa que, segundo disse fonte municipal, apanhou a autarquia de surpresa.
O município explicou que, no âmbito do modelo implementado, competia à Bolt assegurar a componente operacional do serviço, nomeadamente a recarga das baterias, a manutenção dos equipamentos e a sua relocalização sempre que necessário.
Recentemente, acrescentou, a empresa informou o município de que deixou de dispor de um operador que assegure estas tarefas, circunstância que inviabiliza a continuidade do serviço nas condições atuais.
Por esse motivo, a Bolt comunicou que deixará de operar na cidade a partir do mês de setembro.
“Assim, e tratando-se de uma situação alheia ao município, informa-se que, a partir dessa data, as trotinetes e bicicletas elétricas integradas na operação da Bolt deixarão de estar disponíveis em Vila Real”, pode ainda ler-se no comunicado.
A fonte da autarquia referiu que todo o processo vai, agora, ser reavaliado e que vai também ser estudada a possibilidade de se avançar ou não com um novo concurso público, e, caso avance, em que moldes este será lançado.
O município explicou que a operação introduzida na cidade procurou “proporcionar aos cidadãos uma alternativa de transporte para percursos de curta distância, oferecendo uma solução prática, ágil e adequada às deslocações em meio urbano e contribuindo para a diversificação das opções de mobilidade disponíveis na cidade”.
Na cidade, a sua utilização revelou-se significativa, principalmente por estudantes universitários nas suas deslocações para a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
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