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Von der Leyen volta a defender renováveis e nuclear para reforçar independência energética europeia

Energia, defesa e cadeias de abastecimento estarão no topo da agenda da Comunidade Política Europeia, que decorre nos dias 4 e 5 de maio, em Yerevan, na Arménia.

04 Mai 2026 - 10:30

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Ursula Von der Leyen | Foto: Comissão Europeia

Ursula Von der Leyen | Foto: Comissão Europeia

A presidente da Comissão Europeia, Úrsula Von der Leyen, voltou a defender a necessidade de a Europa reforçar a sua produção de energias renováveis e de energia nuclear, como forma de assegurar a independência energética, para além de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa.

“Dependemos demasiado de combustíveis fósseis importados e, por isso, estamos sempre dependentes de mercados globais voláteis. Temos de aumentar os nossos recursos na Europa. Estes são as energias renováveis e a energia nuclear, porque são produzidas localmente, são mais baratas e são fiáveis”, referiu Von der Leyen à entrada da reunião da Comunidade Política Europeia, que decorre nos dias 4 e 5 de maio, em Yerevan, na Arménia.

Naquela que é a oitava reunião da Comunidade Política Europeia, e a primeira na Arménia, a presidente adiantou que serão discutidas três áreas estratégicas onde têm de ser reduzidas dependências. Para além da energia, as áreas da defesa e segurança e das cadeias de abastecimento estarão no topo da agenda dos líderes europeus, sendo certo que a estratégia passa pela intensificação do investimento.

No caso das cadeias de abastecimento, a líder da CE tem vindo a fazer um périplo por várias regiões do globo, para cimentar relações de comércio. “Estamos a aproximar-nos de países com valores semelhantes. Temos acordos de comércio livre. Acabámos de concluir um com a América Latina, mas também com a Índia, a Austrália, e vou deslocar-me ao México. Porque, com amigos com ideias semelhantes, temos cadeias de abastecimento estáveis e fiáveis. E a Europa tem a maior rede de acordos de comércio livre”, referiu Von der Leyen.

Recorde-se que, no final de abril, a UE aprofundou a cooperação estratégica com a Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) em várias áreas, incluindo na energia, economia azul e a ação climática.

Previamente, o périplo já havia passado pela Austrália onde foi concluído um Acordo de Comércio Livre após quase 10 anos de negociações, que elimina tarifas, reforça cadeias de abastecimento e aposta na inovação para apoiar metas climáticas até 2050.

O acordo com o Mercosul, assinado em janeiro, e com a India, também assinado no início do ano, visam reforçar a resiliência europeia num contexto geopolítico de instabilidade.

 

 

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