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APREN distingue quatro investigadores com prémio de 15 mil euros para estudos na área das renováveis
Na edição de 2026, a APREN destacou a aplicação prática da inteligência artificial e de modelos matemáticos avançados. O primeiro prémio para doutoramentos, no valor de 5.500 euros, foi atribuído a Jónatas Manzolli, da Universidade de Coimbra.
30 Jun 2026 - 18:02
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Prémios APREN 2026 | Foto APREN
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Prémios APREN 2026 | Foto APREN
A Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN) distinguiu nesta terça-feira quatro investigadores com prémios no valor total de 15 mil euros para trabalhos académicos nas áreas da transição energética e das energias renováveis, na 11.ª edição do Prémio APREN.
Na edição de 2026 foi destacada a aplicação prática da inteligência artificial (IA) e de modelos matemáticos avançados.
Na categoria de doutoramento, o primeiro prémio, no valor de 5.500 euros, foi atribuído a Jónatas Manzolli, da Universidade de Coimbra. A tese vencedora foca-se numa abordagem híbrida que combina inteligência artificial e métodos de otimização para gerir a energia de frotas de autocarros elétricos de forma adaptativa.
O segundo lugar, com um prémio de 3.500 euros, foi atribuído a Felipe Teixeira Duarte, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), que apresentou um modelo de otimização para parques de energia das ondas, recorrendo a ‘machine learning’, algoritmos genéticos e modelação numérica para melhorar a captação de energia.
Já na categoria de mestrado, os dois prémios foram para investigadores do Instituto Superior Técnico (IST), em Lisboa. Mariana Guedes venceu o primeiro prémio, no valor de 4.000 euros, com um trabalho sobre o impacto da incerteza na modelação de comunidades de energia, “demonstrando o potencial da otimização estocástica na melhoria destes sistemas”.
Tomás Glória ficou em segundo lugar na categoria de mestrados e ganhou um prémio de 2.000 euros com uma investigação acerca da estabilidade de redes de distribuição ativas.
A edição deste ano contou ainda com um júri renovado, presidido por Jorge Vasconcelos (NEWES), e integrado por representantes da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), da Agência para o Clima e do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG).
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