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Energia em foco nas negociações entre a China e a Rússia
Xi Jinping e Vladimir Putin estão reunidos em Pequim para negociações com a energia em primeiro plano. Rússia garante que continua a ser um fornecedor de energia fiável no meio da instabilidade no Médio Oriente.
20 Mai 2026 - 10:30
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Foto: Wikimedia
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Os líderes da China e da Rússia estão, nesta quarta-feira, em Pequim para negociações, num encontro em que se prevê que Moscovo tente avançar com um acordo de fornecimento de gás, que já está em negociação há mais de uma década.
Neste contexto, Vladimir Putin afirmou, segundo a Reuters, que as relações entre os dois países estavam a ajudar a garantir a estabilidade global e garantiu que a Rússia continuava a ser um fornecedor de energia fiável no meio da instabilidade no Médio Oriente.
No início da reunião, Xi Jinping relembrou a importância da cooperação mútua entre as potências: “A razão pela qual as relações China-Rússia atingiram este nível é porque conseguimos aprofundar a confiança mútua política e a cooperação estratégica”, afirmou.
Atualmente, a China é a maior compradora de petróleo russo, incluindo fornecimentos por gasoduto e transportes marítimos. No entanto, o Kremlin deu a entender, antes da reunião em Pequim, que procurava negociar e celebrar novos acordos no domínio da energia.
Durante a última visita de Putin a Pequim, em setembro de 2025, a empresa russa de gás Gazprom afirmou que ambas as partes tinham concordado em avançar com o gasoduto Power of Siberia-2. A China, no entanto, não se pronunciou publicamente sobre o projeto.
Mesmo após as negociações, questões-chave, como a fixação do preço do gás, continuam por resolver e as negociações poderão demorar anos.
A escassez de abastecimento energético, associada ao conflito no Irão, poderá reforçar o argumento da Rússia a favor do gasoduto como fonte de gás a longo prazo, mas a China poderá querer manter a sua estratégia de diversificação do abastecimento.
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