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“ESRS Knowledge Hub” reúne dados para ajudar empresas com novas normas europeias para reporte de sustentabilidade
EFRAG lança plataforma online que inclui todos os recursos associados ao pacote normativo da União Europeia, bem como à CSRD. Integra orientações e documentos auxiliares à implementação das regras pelas empresas.
10 Dez 2025 - 13:26
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A fim de facilitar o acesso interativo à informação sobre a última revisão das normas europeias para reporte de sustentabilidade das empresas, o European Financial Reporting Advisory Group (EFRAG) criou o “ESRS Knowledge Hub”. É uma plataforma online que integra todos os recursos associados ao pacote normativo da União Europeia, bem como à Diretiva de Relato de Sustentabilidade Corporativa (CSRD, na sigla em inglês).
As Normas Europeias de Reporte de Sustentabilidade, que na sigla inglesa se traduzem para ESRS, foram adotas em 2023 para serem utilizadas por todas as empresas sujeitas à CSRD. A plataforma da EFRAG inclui também a versão simplificada destas normas ao abrigo do pacote OMNIBUS I, além do novo padrão voluntário europeu para Pequenas e Médias Empresas (PME).
O “ESRS Knowledge Hub” engloba várias orientações e documentos auxiliares à implementação das normas pelas empresas, além de um repositório do histórico legislativo europeu sobre o tópico.
“A nova versão simplificada das normas de reporte ESRS, agora apresentada pelo EFRAG, introduz uma redução significativa nos requisitos e indicadores de reporte exigidos às empresas em matéria de sustentabilidade”, explica o IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação.
Nesta terça-feira, o Parlamento e os Estados-membros chegaram a acordo para simplificar as regras de reporte de sustentabilidade e de diligência devida aplicadas às empresas da União Europeia. A obrigação de reporte social e ambiental passa a ser aplicada apenas a grandes empresas, com mais de mil trabalhadores e um volume de negócios anual superior a 450 milhões de euros. A Comissão dos Assuntos Jurídicos votará o texto nesta quinta-feira, seguindo-se o sufrágio final em plenário no final do mês, em Estrasburgo.
O IAPMEI alerta que, “apesar deste processo de transição ser incremental, não obrigando todas as empresas ao mesmo tempo, é fundamental que as PME tomem consciência que as práticas de sustentabilidade deixaram de ser uma opção para passarem a ser uma necessidade, que deve estar no topo das suas prioridades, sob pena de perderem margem competitiva”.
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