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Moeve fixa preço único no carregamento ultrarrápido de veículos elétricos
Empresa espanhola passa a apresentar valor final com taxas incluídas em toda a rede nacional. Clientes do Clube Moeve gow e da DECO PROteste acumulam saldo que reduz custo efetivo.
03 Mar 2026 - 14:37
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Foto: Moeve
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Foto: Moeve
A Moeve lançou nesta terça-feira um preço único de 0,50 euros por quilowatt/hora (kWh) em todos os seus pontos de carregamento elétrico ultrarrápido em Portugal, passando a apresentar um valor final que já inclui taxas e impostos. A medida entra em vigor de imediato e aplica-se aos 31 pontos atualmente em operação no país.
Segundo a empresa, o objetivo é eliminar a complexidade tarifária que tem marcado o mercado da mobilidade elétrica, onde o preço final resulta, regra geral, da soma de diferentes componentes (energia, acesso à rede e taxas diversas) nem sempre claras para o consumidor no momento do carregamento.
“Ao introduzirmos um preço único total, estamos a dar um passo decisivo para que o carregamento ultrarrápido seja sinónimo de conveniência e previsibilidade”, assegura a diretora de Marketing e Comunicação da Moeve Portugal, Cláudia Soares-Mendes, citada em comunicado.
Ao preço base de 0,50€/kWh acrescem vantagens para os clientes do programa de fidelização do Clube Moeve gow, que acumulam dois cêntimos por cada kWh carregado em saldo. No caso dos clientes abrangidos pela parceria com a DECO PROteste, a acumulação sobe para quatro cêntimos por kWh.
A proposta destina-se tanto a clientes particulares como empresariais. A empresa destaca, em particular, segmentos profissionais como o TVDE, para os quais a previsibilidade de custos e a rapidez do carregamento são fatores críticos na gestão da sua atividade.
A empresa assegura que toda a energia fornecida nos postos em Portugal tem origem 100% renovável, no âmbito da sua estratégia Positive Motion, orientada para a transição energética.
O setor do carregamento elétrico em Portugal tem registado crescimento consistente, acompanhando o aumento do parque de veículos elétricos e híbridos plug-in. Ainda assim, operadores e associações do setor reconhecem que a estrutura de preços e a falta de uniformização tarifária continuam a ser uma das principais barreiras à adoção.
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