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TotalEnergies e a Masdar criam ‘joint venture’ de 2.200 milhões de dólares para o setor renovável na Ásia
Nova ‘joint venture’ combinará ativos de ambas as empresas de valor comparável e irá dispor inicialmente de 3 GW de capacidade operacional e 6 GW em fase de desenvolvimento avançado, prevendo-se que entrem em operação antes de 2030.
02 Abr 2026 - 11:34
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A TotalEnergies e a Masdar assinaram um acordo para constituir uma ‘joint venture’ avaliada em 2.200 milhões de dólares, para reunir as atividades no setor das energias renováveis terrestres em nove países da Ásia, conforme anunciado nesta quinta-feira.
A nova ‘joint venture’ combinará ativos de ambas as empresas de valor comparável e irá dispor inicialmente de 3 gigawatts (GW) de capacidade operacional e 6 GW em fase de desenvolvimento avançado, prevendo-se que entrem em operação antes de 2030, informaram ambas as empresas num comunicado conjunto.
“A ‘joint venture’ será o único veículo de ambas as empresas para o desenvolvimento, construção, propriedade e operação de projetos terrestres de energia solar, eólica e armazenamento em baterias no Azerbaijão, Indonésia, Japão, Cazaquistão, Malásia, Filipinas, Singapura, Coreia do Sul e Uzbequistão”, segundo a informação disponibilizada.
“A Ásia será o principal motor do crescimento da procura mundial de eletricidade nesta década, e esta colaboração com a TotalEnergies irá acelerar o nosso progresso em todo o continente”, afirmou o ministro da Indústria e Tecnologia Avançada dos Emirados Árabes Unidos e presidente da Masdar, Sultan Al Jaber.
Por sua vez, o presidente e presidente executivo (CEO) da empresa francesa TotalEnergies, Patrick Pouyanné, salientou que o acordo “une dois importantes intervenientes do setor das energias renováveis para criar um líder neste domínio na Ásia” e permitirá “gerar mais valor do que se atuássemos separadamente”.
A ‘joint venture’ contará com um quadro de pessoal de cerca de 200 funcionários provenientes de ambas as empresas e a equipa de direção será anunciada nas próximas semanas.
Com o objetivo de dar resposta ao forte crescimento da procura de eletricidade no continente, a formalização do acordo está ainda sujeita a aprovações e condições regulamentares.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
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