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Governo lança Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas
Com projeto aberto para consulta pública, a nova estratégia orienta a resposta nacional aos impactos climáticos e reforça a capacidade de adaptação a fenómenos extremos, como incêndios e inundações.
29 Out 2025 - 15:01
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Foto: Sara Matos / LinkedIn do MAEn
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Foto: Sara Matos / LinkedIn do MAEn
O Ministério do Ambiente e Energia (MAEn) apresentou, nesta quarta-feira, a Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas (ENAAC 2030). Trata-se de um novo plano para orientar a resposta nacional aos impactos das alterações do clima e reforçar a capacidade portuguesa de adaptação face a fenómenos extremos, como incêndios, ondas de calor, secas e inundações. O projeto também ficou disponível para consulta pública neste dia, através do portal Participa.
Num momento em que os riscos climáticos são cada vez mais, o objetivo é dar a Portugal as ferramentas e conhecimento necessários para proteger as pessoas, os ecossistemas e a economia, segundo o Governo. “As alterações climáticas são o maior desafio dos nossos tempos, e Portugal está entre os países europeus mais expostos aos seus impactos”, alertou a ministra da tutela, Maria da Graça Carvalho.
A ENAAC 2030 faz o enquadramento para vários setores e territórios, ao incluir intervenções já no terreno. Em comunicado, o MAEn diz que o Sistema de Vigilância e Alerta de Recursos Hídricos foi reforçado com um investimento de 12,3 milhões de euros e que a proteção contra cheias e inundações, com 60 milhões de euros investidos pelo Programa Operacional Sustentável 2030, avançou com um primeiro concurso público a 14 de outubro.
A ministra confessou que “não é possível evitar todos os impactos das alterações climáticas”, mas que é necessário “aprender a minimizá-los”. Considera, neste sentido, que esta estratégia é um “compromisso nacional com o futuro”, para “garantir a proteção das pessoas e dos ecossistemas, uma economia mais resiliente, inovadora e competitiva”.
Nesta manhã, na Sala O Século, recordou que “embora conscientes da importância de contar com o referencial que é a Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas 2030, não temos estado parados. Muitas das medidas de adaptação já estão no terreno, traduzindo um esforço coletivo e sustentado”.
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