2 min leitura
Stellantis critica ‘Made in Europe’ e pede “compensação clara” face ao maior custo dos produtos
A nova proposta da CE prevê que, quando forem concedidos subsídios a veículos elétricos, seja exigido que a sua montagem seja feita na UE e com 70% dos componentes de origem local.
06 Mar 2026 - 08:32
2 min leitura
Foto: Freepik
- Mata Nacional de Leiria vai vender árvores tombadas em hasta pública e criar memorial
- Obras da Barragem do Pisão devem decorrer “depressa” para garantir financiamento
- OCDE alerta para travões ao crescimento global e inclui segurança energética nas reformas estruturais
- Argentina aprova reforma que arrisca proteção de glaciares para investimentos mineiros
- ENTSO-E rejeita novos projetos elétricos no Chipre sem aprovação oficial
- Castelo Branco investe 442 mil euros na manutenção de faixas de gestão de combustível para prevenir incêndios
Foto: Freepik
A Stellantis criticou a proposta da Comissão Europeia (CE) sobre as regras para condicionar os auxílios públicos aos veículos elétricos à sua montagem na Europa e à utilização de componentes maioritariamente fabricados no continente.
Numa primeira reação, citada pela agência EFE, o grupo automóvel queixou-se de que, uma vez que o objetivo era fortalecer a base industrial europeia face à “crescente concorrência global desleal” e à dependência de fornecedores extraeuropeus, é necessária uma política “fácil de aplicar”.
E, acima de tudo, pediu “uma compensação clara e pertinente” face ao maior custo dos produtos ‘Made in Europe’.
A Stellantis solicitou também que fossem garantidas “condições de igualdade para todos os fabricantes de automóveis que vendem no mercado europeu”.
Ainda assim, mostrou-se disposta a continuar a “colaborar com todas as partes” para alcançar os objetivos fixados na Lei de Aceleração Industrial.
Na proposta apresentada na véspera, a CE prevê que, quando forem concedidos subsídios a veículos elétricos, seja exigido que a sua montagem seja feita na UE e que 70% dos componentes sejam de origem nacional, com exceção das baterias, para as quais existe um requisito específico que obriga a que três dos seus componentes sejam europeus, entre eles as células.
Além disso, os critérios irão ficar mais rigorosos três anos após a entrada em vigor da regulamentação.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
- Mata Nacional de Leiria vai vender árvores tombadas em hasta pública e criar memorial
- Obras da Barragem do Pisão devem decorrer “depressa” para garantir financiamento
- OCDE alerta para travões ao crescimento global e inclui segurança energética nas reformas estruturais
- Argentina aprova reforma que arrisca proteção de glaciares para investimentos mineiros
- ENTSO-E rejeita novos projetos elétricos no Chipre sem aprovação oficial
- Castelo Branco investe 442 mil euros na manutenção de faixas de gestão de combustível para prevenir incêndios