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Gasib aponta GPL como alternativa à eletrificação total no transporte rodoviário
Empresa prevê crescimento de 8% no autogás e defende soluções intermédias para reduzir emissões no transporte pesado.
12 Mai 2026 - 09:32
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Foto: Gasib
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Foto: Gasib
A empresa ibérica Gasib considera que o GPL e o bioautogás podem funcionar como alternativas de transição para reduzir emissões no transporte rodoviário, numa altura em que o setor enfrenta pressão para acelerar a descarbonização.
A empresa defende que a eletrificação poderá não responder, para já, às necessidades de todos os segmentos do mercado, sobretudo no transporte pesado e de mercadorias, devido a limitações operacionais e de custos.
Segundo a GASIB, o GPL Auto permite reduzir até 20% das emissões de CO₂ face aos combustíveis tradicionais, valor que pode atingir os 92% no caso do bioautogás. A empresa aponta ainda reduções nas emissões de partículas poluentes e de óxidos de azoto (NOx), sobretudo face ao diesel.
“Não existe uma solução única para a descarbonização da mobilidade. O mercado necessita de várias soluções complementares e o GPL pode desempenhar um papel muito relevante, especialmente no transporte profissional e nas frotas”, afirma Filipe Henriques, CEO da GASIB.
A empresa prevê um crescimento anual de cerca de 8% no negócio do autogás, que identifica como a área com maior potencial de expansão.
Além do argumento ambiental, destaca o menor custo do GPL Auto face à gasolina e ao diesel, apontando para poupanças até 50% no abastecimento.
A empresa considera ainda que soluções de ‘retrofitting’ e ‘remotorização’ a GPL poderão permitir reduzir emissões sem obrigar à substituição integral das frotas automóveis, incluindo no segmento dos veículos pesados.
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